São três dias que convergem para aquele primeiro e eterno dia: a Páscoa. E como foram intensamente vividos na paróquia.
Começámos em Quinta-feira Santa: apresentámos ao altar os Óleos Santos que trouxemos da Missa Crismal, de manhã, na Sé Patriarcal; recordámos o Mandamento Novo com o lava pés; agradecemos o dom do sacerdócio e da Eucaristia; e, depois, recolhemos-nos, em silêncio e oração em vigília diante do Santíssimo Sacramento.
Continuámos em Sexta-feira Santa: reunimos-nos pela manhã para rezar a liturgia das horas, em comunidade; à tarde, escutámos o relato da Paixão, adorámos a Cruz na celebração da Paixão; fizemos os passos de Jesus na Via Sacra, ao final do dia.
Desaguámos em Sábado Santo: começando pela manhã em oração de Ofício de Leitura e de Laudes; mas caindo na noite com a luz do lume novo que irrompeu pela igreja às escuras, ouvindo-se “A luz de Cristo!”; naquela noite, fizemos escuta da história da salvação até irrompermos em Aleluia, celebrando a vida, a ressurreição, d’Aquele que diziam morto. E assim a noite deu lugar ao dia, Dia de Páscoa, em que, com tantos que participaram nas celebrações, proclamámos a alegria da Ressurreição de Jesus! Também na tarde desse dia de Domingo, o padre Paulo Coelho, com um grupo de acólitos, visitou várias famílias a quem foi anunciar a feliz notícia da ressurreição. Que Páscoa!
