Grupos paroquiais
Equipa Pastoral
0.1. Pároco
“O pároco é o pastor próprio da paróquia que lhe foi confiada, e presta a cura pastoral à comunidade que lhe foi entregue, sob a autoridade do Bispo diocesano, do qual foi chamado a partilhar o ministério de Cristo, para que, em favor da mesma comunidade, desempenhe o múnus de ensinar, santificar e governar, com a cooperação ainda de outros presbíteros ou diáconos e com a ajuda de fiéis leigos, nos termos do direito.” (CIC cân. 519)
O pároco tem as seguintes funções numa paróquia:
- O anúncio da palavra de Deus a todos os que residem na paróquia pela homilia, pela catequese (Cân. 528 § 1);
- A celebração da Santíssima eucaristia (Cân. 528 § 2);
- A celebração dos Sacramentos (Cân. 528 § 2; Cân 530);
- A prática da oração (individual, em família e em comunidade);
- Visitar as famílias e acompanha-las nas suas dificuldades no seu luto… (Cân. 529 § 1);
- A caridade para com os doentes e os pobres, aflitos, solitários e emigrantes (Cân. 529 § 1);
- Promover a sacramentalidade do matrimónio, o bem espiritual dos cônjuges e a família(Cân. 529 § 1);
- A comunhão e participação na Igreja Universal e Diocesana e a participação nas suas obras e na sustentação dos bens da Igreja e do Clero.
Com o falecimento do Pe. Nélio João de Freitas Rodrigues Tomás, scj, a paróquia foi entregue ao então Vigário Paroquial, o Pe. José Joaquim Mendes da Costa, scj, que assumiu as funções de Administrador Paroquial.
“Cân. 539 — Quando vagar a paróquia, ou o pároco estiver impedido de exercer o múnus pastoral na paróquia, por motivo de cativeiro, exílio ou expulsão, incapacidade ou doença, ou por outra causa, seja quanto antes constituído pelo Ordinário do lugar um administrador paroquial, isto é, um sacerdote que supra as vezes do pároco, nos termos do cân. 540.”
“Cân. 540 — § 1. O administrador paroquial tem os mesmos deveres e goza dos mesmos direitos que o pároco, a não ser que pelo Ordinário do lugar outra coisa tenha sido determinada. § 2. Ao administrador paroquial não é lícito fazer nada que possa causar prejuízo aos direitos do pároco ou vir a tornar-se nocivo para os bens paroquiais. § 3. O administrador paroquial, depois de terminar o múnus, preste contas ao pároco.”
ADMINISTRADOR PAROQUIAL
Padre José Joaquim Mendes da Costa, SCJ
Nasceu em Sobrosa, Paredes (Porto) a 4 de maio de 1991.
Depois de uma longa caminhada no seminário menor, passando pelo Seminário Missionário Padre Dehon (Rio Tinto) e pelo Instituto Missionário do Sagrado Coração (Coimbra), entrou para a Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus a 9 de setembro de 2012, na Casa do Sagrado Coração de Jesus (Aveiro).
Em 2019 concluiu o Mestrado Integrado em Teologia na Universidade Católica Portuguesa.
Foi ordenado diácono no dia 27 de dezembro de 2019 e ordenado sacerdote no dia 12 de julho de 2020, na Sé Catedral do Porto por Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Dom Vitorino José Pereira Soares, Bispo Auxiliar da Diocese do Porto.
A 16 de julho de 2020, foi nomeado pároco in solidum das Paróquias de Stº André do Barreiro e S. Lourenço de Alhos Vedros, tomando posse a 20 de setembro de 2020.
A 1 de Março de 2021 ingressou no 45º Curso de Capelães na Academia Militar sendo graduado, no culminar do Curso, em Aspirante a Oficial. Desde a referida data pertence à Força Aérea Portuguesa em Regime de Contrato Especial (RCE). A partir do dia 28 de junho, foi colocado como capelão militar na Base Aérea nº 1; na Academia da Força Aérea e no Museu do Ar.
Em virtude da sua colocação militar e de modo a conciliar o serviço militar com o exercício pastoral, a 16 de julho de 2021, foi nomeado Vigário Paroquial da Paróquia do Imaculado Coração de Maria em Alfragide. A 08 de novembro de 2021 foi nomeado Administrador Paroquial pelo Cardeal Patriarca D. Manuel Clemente, na sequência do falecimento do Pe. Nélio Tomás a 06 de novembro do mesmo ano.
0.2. Diácono
“Em grau inferior da hierarquia estão os diáconos, aos quais foram impostas as mãos «não em ordem ao sacerdócio mas ao ministério» (S. Inácio M., Philad. 4). Pois que, fortalecidos com a graça sacramental, servem o Povo de Deus em união com o Bispo e o seu presbitério, no ministério da Liturgia, da palavra e da caridade. É próprio do diácono, segundo for cometido pela competente autoridade, administrar solenemente o Baptismo, guardar e distribuir a Eucaristia, assistir e abençoar o Matrimónio em nome da Igreja, levar o viático aos moribundos, ler aos fiéis a Sagrada Escritura, instruir e exortar o povo, presidir ao culto e à oração dos fiéis, administrar os sacramentais, dirigir os ritos do funeral e da sepultura. Consagrados aos ofícios da caridade e da administração, lembrem-se os diáconos da recomendação de S. Policarpo: «misericordiosos, diligentes, caminhando na verdade do Senhor, que se fez servo de todos» (Constitutiones Ecclesiae aegyptiacae, III, 2).” Lumen Gentium nº 29.
Dadas as necessidades pastorais da Paróquia de Alfragide e o sentimento da comunidade cristã, o Pe. Carlos Silva apresentou ao então Patriarca de Lisboa, D. José José da Cruz Policarpo, o Fernando Magalhães como candidato ao diaconado. Depois de se ter preparado convenientemente, foi ordenado a 01 de julho de 2012 no Patriarcado de Lisboa, desde essa data serve a comunidade como diácono.
DIÁCONO PERMANENTE
Fernando Augusto Magalhães Alves da Cunha
Nasceu a 18 de maio de 1965, foi ordenado Diácono a 01 de julho de 2012 no Patriarcado de Lisboa por indicação do então Pároco de Alfragide, o Pe. Carlos Silva, scj. Desde essa data serve a comunidade como diácono.
É o Diretor Externato Frei Luís de Sousa, é o Assistente Espiritual do Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência do Patriarcado de Lisboa e responsável da Comissão de Estudo para o Diaconado Permanente da Diocese de Setúbal.
Contactos:
Praceta das Flores, 19, 13º Dtº
2610-074 ALFRAGIDE
E-mail: fmagalhaes1965@gmail.com
1.1. Conselho Pastoral Paroquial
“Cân. 536 — § 1. Se, a juízo do Bispo diocesano, ouvido o conselho presbiteral, for oportuno, constitua-se em cada paróquia o conselho pastoral, presidido pelo pároco, e no qual os fiéis, juntamente com aqueles que por força do ofício participam no cuidado pastoral da paróquia, prestem a sua ajuda na promoção da acção pastoral
§ 2. O conselho pastoral tem apenas voto consultivo, e rege-se pelas normas estabelecidas pelo Bispo diocesano.”
O Conselho Pastoral Paroquial (CPP) é um órgão permanente da Paróquia do Imaculado Coração de Maria de Alfragide, representativo e consultivo. O CPP em estreita ligação com o pároco, ou o seu legítimo representante, em comunhão com a Igreja Diocesana tem por missão ajudar a programar, coordenar e avaliar a ação pastoral da comunidade paroquial na diversidade dos carismas, serviços e ministérios. Neste sentido o CPP é expressão visível da sinodalidade e da corresponsabilidade da comunidade no anúncio do Evangelho, na celebração da Fé e na prática da caridade.
São membros do CPP: o Pároco por inerência do cargo; os demais ministros ordenados, Presbíteros e Diáconos, que colaboram na pastoral paroquial; um delegado dos Superiores e Superioras das Casas Religiosas existentes na Paróquia; os delegados de cada um dos grupos dos setores proféticos, litúrgico, caritativo e comunitário da Paróquia, devidamente designados; os delegados das associações religiosas canonicamente erectas; outras pessoas que o Pároco nomeie como tais (desde que não excedam ¼ do total do plenário).
São órgãos do CPP: o Presidente; a Comissão Permanente e o Plenário.
- O Presidente será, por inerência do cargo, o Pároco.
- A Comissão Permanente será constituída por um elemento do Conselho Económico e um ou dois elementos de cada um dos setores da pastoral, eleitos pelo Plenário. De entre os seus membros, a Comissão escolherá um para Secretário.
- O Plenário é constituído pelo conjunto dos membros do CPP. O Plenário é presidido pelo Pároco e reunirá por convocação do Pároco, ordinariamente três vezes por ano, e extraordinariamente sempre que o Pároco, a Comissão Permanente ou 1/3 dos seus membros o solicitem.
1.2. Conselho Económico
“Cân. 537 — Em cada paróquia haja um conselho para os assuntos económicos, o qual se rege pelo direito universal e pelas normas dadas pelo Bispo diocesano, e em que os fiéis, escolhidos segundo as mesmas normas, auxiliem o pároco na administração dos bens da paróquia, sem prejuízo do prescrito no cân. 532.”
Conselho Económico Paroquial (CEP) é um órgão de carácter consultivo que tem como função, auxiliar o Pároco na administração correta e responsável dos bens paroquiais, proporcionando à comunidade paroquial os meios materiais necessários à realização integral da sua missão, rege-se pelo Código de Direito Canónico e pelas Normas para Administração das Paróquias (Lisboa, 2002) do Patriarcado de Lisboa de acordo com o estipulado no capítulo VI (art. 54-63).
O CEP é constituído, mas não exclusivamente por leigos, em número ímpar, não superior a sete elementos.
Os membros do CEP são nomeados pelo Ordinário diocesano (Bispo) pelo período de 5 anos, sob proposta do Pároco, renovável por um segundo quinquénio sucessivo. Os membros cessam as suas funções: com a tomada de posse de novo pároco; se deixarem de ter domicílio na paróquia, salvo se for considerado necessário manter o seu mandato; quando, por causa grave, forem removidos das suas funções pelo Ordinário diocesano.
O CEP tem voto meramente consultivo, cabe-lhe não só auxiliar o pároco na gestão ordinária, como também tem de ser ouvido quanto aos assuntos de administração extraordinária da paróquia. O pároco fixa a ordem do dia, convoca e preside às reuniões.
1.3. Secretaria e Cartório
A secretaria da paróquia está entregue à Srª Gabriela Amaral, que com empenho e dedicação colabora ativamente na paróquia desde as suas origens. A secretaria é o rosto e a voz que acolhe todos os que chegam à paróquia e procuram informações pessoalmente, por telefone ou por e-mail.
O serviço de cartório é assegurado pela secretária da paróquia, que é responsável pela marcação das intenções para as eucaristias, dos Batismos e Matrimónios (casamentos). No Cartório organizam-se os processos para os sacramentos, guardam-se os registos paroquiais e disponibilizam-se os documentos necessários (pedidos de transferência de casamento ou batismo, certidão de Batismo ou Casamento, Declarações de Idoneidade…).
Horário do Cartório Paroquial:
Quarta e sexta, das 17h30 às 20h00.
Contactos
Tel. 214713222 | 214721014 |Tlm: 926582283
Email: igrejadivinamisericordia@gmail.com
Igreja da Divina Misericórdia
Av. da Força Aérea Portuguesa, Lote 13/ Rua da Imprensa, 25
Apt. 7660 EC ALFRAGIDE
2610-078 AMADORA
2. Pastoral Profética (Evangelização – martyria)
2.1. Agrupamento nº 412 do Corpo Nacional de Escutas (CNE 412)
1. O que é isto do Escutismo?
O Escutismo é um alegre divertimento ao ar livre, onde homens,
rapazes e raparigas podem, em conjunto, entregar-se à aventura como irmãos mais velhos e mais novos,
colhendo saúde e felicidade, habilidade manual e espírito de auxiliar o próximo.
Robert Baden-Powell (B.-P.)
(1857 – 1941)
Fundador do Movimento Escutista, em 1907
Escutismo é um jogo, uma viagem de descoberta, um modo de vida…
A palavra Escuteiro deriva da palavra inglesa Scout, que, originariamente (antes da fundação do Escutismo), significava, unicamente, Batedor – aquele que vai adiante explorando o terreno.
O termo “Escutismo” acabou, com o tempo, por significar um sistema de preparação para a cidadania, um movimento que pretende, pela vivência na Natureza, fazer-te despontar a vontade de saber mais, de querer coisas diferentes e arrojadas e de agires, lutares para as conquistares. Com o Escutismo, melhorando o teu nível de envolvimento e compreensão, és preparado para seres um adulto autónomo e responsável. Desenvolvendo competências e saberes, transformando o poder de observação, pensamento crítico, habilidade e destreza em instrumentos muito úteis. Sempre tendo como pilares:
O Aprender para Saber, Aprender a Fazer, Aprender a Viver em conjunto, no fundo, o Aprender a Ser.
O Escutismo é um convite verdadeiro a substituir o egoísmo pelo serviço, tornando-te
individualmente capaz, com o fim de aproveitares essa capacidade, para servir os teus semelhantes.
O Escutismo é um movimento cuja finalidade é educar a próxima geração como cidadãos úteis e de vistas largas.
A nossa intenção é formar Homens e Mulheres que saibam decidir por si próprios,
possuidores de três dons fundamentais: Saúde, Felicidade e Espírito de Serviço.
Robert Baden-Powell of Gilwell (B.-P.)
Através de atividades e de vivências adequadas à tua idade, o Escutismo ajuda a desenvolveres-te em termos de carácter, em termos afetivos, físicos, intelectuais, sociais e espirituais.
O Escutismo proporciona-te uma educação global, de modo a te preparares para seres um cidadão participativo e responsável, na tua comunidade local.
Robert Baden-Powell fundou o Escutismo em 1907
Em Agosto de 1907, o general inglês Robert Baden-Powell — carinhosamente conhecido entre os escuteiros por B.-P. — decidiu testar um modelo de educação integral dos jovens rapazes. Levou um grupo para a ilha de Brownsea, no sul de Inglaterra, e durante alguns dias realizou um conjunto vasto de atividades e observou como os jovens interagiam em patrulhas.
O teste correu bem e, em Janeiro de 1908, B.-P. escreveu um conjunto de fascículos que mais tarde se agrupariam num livro chamado “Escutismo para Rapazes” — Scouting for Boys.
O livro foi um sucesso, esgotou rapidamente, e, a partir daí, foram nascendo patrulhas por toda a Inglaterra e mais tarde por todo o mundo. Um livro que, ainda hoje, todo o escuteiro deve ler e saber manusear com destreza
O Escutismo é um Movimento… e é Mundial
O Escutismo nunca parou de crescer desde que foi fundado, em 1907, tendo duplicado o seu efetivo nos últimos trinta anos. É, acima de tudo, um Movimento, dinâmico,… mais do que uma instituição. O Escutismo é uma fraternidade mundial que, na prática, não olha a diferenças de classe, de crença, de país ou de etnia. O mesmo é dizer que há Escuteiros em todos os continentes e de todas as religiões.
Há Escutismo em mais de 216 países e territórios. O número de Escuteiros, em todo o mundo ronda os 28 milhões… Todo este Movimento é coordenado pela Organização Mundial do Movimento Escutista (OMME ou WOSM, em inglês). É por causa desta dimensão à escala mundial que há uma enorme possibilidade de fazeres atividades internacionais e conheceres outros jovens e outras culturas. Aí vais ter a possibilidade de sentires a magia única de pertenceres a este grande movimento, de estares em comunhão com milhões de outras pessoas, de partilhares os mesmos ideais, os mesmos símbolos…
Em Portugal existem duas associações escutistas, a Associação dos Escoteiros de Portugal, fundada em Setembro de 1913, e o Corpo Nacional de Escutas, fundado em 27 de Maio de 1923. Ambas formam a Federação Escutista de Portugal, que é a organização escutista nacional, reconhecida pela OMME.
A Associação Guias de Portugal, acreditada pela Associação Mundial das Guias e Escuteiras, representa o Guidismo em Portugal e foi fundada em 1934.
Corpo Nacional de Escutas (CNE) – A Associação
O Corpo Nacional de Escutas (CNE) é a maior organização de juventude de Portugal e é um movimento da Igreja Católica. Foi fundado em 27 de Maio de 1923, em Braga.
O CNE é uma associação de juventude sem fins lucrativos, não–política, e não-governamental, destinada à formação integral de jovens, com base no método criado por B.P. e no voluntariado dos seus membros.
O CNE está implantado em mais de mil Agrupamentos locais, por paróquias de todo o país. Pode dizer-se que há Agrupamentos em todos os concelhos do território continental e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, para além de haver agrupamentos do CNE em Macau e em Genebra, na Suíça.
O CNE tem, ainda, uma rede de animação e de coordenação territorial apoiada em dois tipos de estruturas: Os Núcleos, existem trinta e cinco, e as Regiões, que são vinte em todo o país. O órgão executivo nacional é a Junta Central, que assegura a gestão e a implementação das políticas gerais e sectoriais do CNE.
As Secções e os Agrupamentos
Os Escuteiros de um Agrupamento estão divididos por idades:
Os Lobitos dos 6 aos 10 anos,
os Exploradores/Moços dos 10 aos 14,
os Pioneiros/Marinheiros dos 14 aos 18,
e os Caminheiros/Companheiros dos 18 aos 22 anos.
5 Chefes de Agrupamento
da esquerda para a direita
Chefe Ernesto Pereira Gomes (1983-1994) OSN 394, 31/08/1983
Francisco Batista Xico (1995-2001).(Lobo Branco)
Paulo Amaral (2001-2004).(Mocho Trovador)
Sónia Mendes Borralho (2004-2007).(Estrela Firme)
Daniel Ferreira (2007-…).(Raposa Azul) OSN 561, 30/05/2008
Estão em falta:
João Baptista (1972-1976)
Rui Espírito Santo (1976-1980)
Leonel Henriques (1980-1983)
Paulo Vieira (1994-1995)
MAIS UMA SEDE ESPECIAL: A “CABANA DE ESCUTEIROS” DE ALFRAGIDE
O Agrupamento 412 de Alfragide, Lisboa, tem desde 29 de Maio passado, a sua sede denominada “Cabana de Escuteiros”.
Embora não sendo sede própria do CNE, este, através do 412, tem assegurado eternamente a sua utilização, com a condição de nela sempre se praticar um escutismo católico.
A nova sede é um edifício anexo ao futuro Centro Paroquial de Alfragide, com acesso totalmente independente, permitindo assim, uma utilização mais ao jeito do ritmo escutista. Custou esta construção cerca de 3.000 contos integralmente pagos com fundos conseguidos pelo Agrupamento e pela Comissão de Melhoramentos da Paróquia de Alfragide e traduzidos não só em dinheiro mas também em materiais oferecidos.
A inauguração foi presidida pelo Chefe e Assistente Nacionais do CNE e nela participaram o Chefe e o Secretario Financeiro Regionais, além dos escuteiros do 412, dos escuteiros de Queluz, S. Paulo de Lisboa e Camarate, familiares e amigos.
O programa do dia incluiu, recepção dos convidados, hastear das bandeiras, visita á nova sede, almoço do tipo “cada um traz de casa, põe no monte e toda a gente come de tudo”, discursos de ocasião, festa convívio e celebração eucarística seguida do adeus.
As intervenções havidas serviram para realçar o esforço posto na construção da “Cabana”, as suas contrariedades, as suas alegrias, destacando o trabalho dos principais responsáveis e de quantos os secundaram, permitindo tornar realidade o que começou por um sonho e chegou a ser desilusão.
Os escuteiros e a comunidade cristã de Alfragide estão agora muito mais ligados e reciprocamente comprometidos, para que a obra feita possa ter continuidade e longevidade.
A nova sede, “tem que ser um ponto de partida para novas aventuras” como salientou o Chefe Nacional, Velez da Costa, que acrescentou ainda dever ser ela “essencialmente o atelier, a oficina de homens válidos para servir a Deus e à Pátria”.
A “Cabana de Escuteiros”, em Alfragide, é a prova concreta que o esforço conjunto escuteiros – comunidade, comummente assumido, é sinal de amor . Ela deverá ser “lugar de evangelização, vivência da fé e vivência do baptismo”, como a propósito referiu o Assistente Nacional Padre Filipe Vieira.
Como seria bom para todos se este exemplo frutificasse no CNE…
J.T.
Era para ser uma cabana alpina, na ideia do caminheiro Pedro Messias, com toros de madeira e tudo. Esteve quase a ser nada. Concretizou-se num edifício hexagonal, cuja construção foi dinamizada por Leonel Costa, CA, José Henriques, pai de escuteiro e Lopes Peixoto figura destacada do AEP. Um exemplo que fica para ser seguido.
texto integral da revista Flor de Lis de Out/Nov. de 1983.
1972 – Dão-se os primeiros passos do Escutismo em Alfragide através de um antigo Comissário Internacional da AEP (Escoteiro-Chefe Manuel Peixoto).
1974 – Dá-se a filiação do Agrupamento 412 de Alfragide, no Corpo Nacional de Escutas, pela OSN nº 338 de 1 de Setembro.
1975 – A primeira Sede do 412 foi numa sala cedida pelo pároco no Seminário de Nossa Senhora de Fátima.
1980 – O Agrupamento foi encerrado provisoriamente pela Junta Regional devido a conflitos internos.
1982 – Segunda tentativa de escutismo em Alfragide, construção da sede definitiva.
1983 – Inauguração oficial da sede do 412 em 29 de Maio de 1983.
1986 – Encerramento da Alcateia por falta de Dirigentes.
1987 – Participação no XVII ACANAC em Bagunte.
1988 – Reabertura da Alcateia.
1992 – Participação no XVIII ACANAC no Palheirão.
1997 – Participação no XIX ACANAC em Valado de Frades.
1999 – Celebração das bodas de prata do 412, com o lema “25 anos a fazer escutismo”.
2000 – Participação no XXI ACAREG de Valado de Frades.
2002 – Participação no XX ACANAC de Santa Margarida.
2002 – Foi uma equipa de pioneiros ao 20º Jamboree Mundial na Tailândia.
2004 – Comemoração dos 30 anos do Agrupamento.
2004 – Participação no XXII ACAREG de Ferrel – Peniche.
2006 – Participação de uma equipa de caminheiros no Roverway em Itália.
2007 – Centenário do movimento escutista – participação no XXI ACANAC de Idanha a Nova, com dois bandos de lobitos, duas patrulhas de exploradores, duas equipas de pioneiros e dirigentes, num total de 41 elementos.
2007 – Uma pioneira participou no XXI Jamboree Mundial em Inglaterra.
2008 – ACAGRU em Valadas – Ferreira do Zêzere de 30.07 a 03.08.2008
2. Catequese;
3. Catequese de Adultos;
4. Grupo de Jovens;
5. Comité Organizador Paroquial das Jornadas Mundiais da Juventude Lisboa 2023 |COP JMJ2023
6. Pastoral da Família;
7. Pastoral pré-matrimonial
Formação Cristã
Catequese (Doméstica – a educação dos filhos – e na comunidade): Articulação com o Sector da Catequese do Departamento de Evangelização e com o Sector da Juventude do Departamento de Evangelização
Integração: Inserção vital na comunidade eclesial e estímulo ao voluntariado juvenil. A Pastoral Familiar tem aqui um papel muito importante a desempenhar em articulação com as outras áreas que trabalham neste campo e pode fazê-lo com jovens e adolescentes, em colaboração com outros sectores do Departamento de Animação Comunitária:
Sector de Animação Missionária
Sector de Animação Espiritual
Sector das Comunidades de Vida Consagrada
Depto. da Pastoral Sócio-caritativa
Preparação para o matrimónio:
Preparação remota (Educação na pedagogia familiar)
Preparação próxima (Discernimento Vocacional: O namoro cristão – Articulação com o Sector da Juventude do Departamento de Evangelização)
Preparação imediata (CPM)
Pastoral pós-matrimonial
Integração na comunidade cristã: Desenvolver e divulgar estruturas de acolhimento e acompanhamento de casais jovens
Educação cristã da família: Recurso ao magistério e às orientações da Igreja para a vivência concreta do modelo de família cristã
Os Filhos
Planeamento Familiar: Formar para o amor à vida
Baptismo – Centros de Preparação para o Baptismo
Celebrações comunitárias
Bênção das grávidas
Bênção dos bébés
Aniversários de Baptismo e Matrimónio
Pastoral na Situações Particulares
A Pastoral Familiar desempenha também um papel no acompanhamento e integração comunitária das seguintes situações particulares:
Casamentos mistos
Divorciados
Separados
União de facto
Famílias monoparentais
Impossibilitados de receber o Sacramento do Matrimónio
Os sem-família
Sofrimento e esperança
Viver o Luto
Acompanhar na solidão
http://www.familia.patriarcado-lisboa.pt/
6. EPM;
O que é o CPM
O CPM é um movimento da Igreja que tem como objectivo dedicar-se à preparação dos noivos para o Matrimónio.
Tem como finalidade promover sessões com pedagogia e metodologia própria, baseadas na revisão de vida e testemunho vivencial (…), apoiados na reflexão e no diálogo conjugais.
O CPM pretende ajudar os noivos a:
- Preparar o seu matrimónio
- Reflectir sobre o seu noivado
- Dialogar sobre a validade das suas ideias e dos seus comportamentos
para, desta forma:
- despertar ou fazer crescer a fé em Jesus Cristo;
- validar as suas ideias e os seus comportamentos, principalmente através do testemunho de outros noivos e casais;
- fazer a aprendizagem de diálogo entre os dois;
- reflectir sobre situações que afectam a harmonia das relações entre os elementos do casal de modo a desenvolver atitudes de superação dessas situações;
- desenvolver atitudes e valores que desencorajem o recurso ao divórcio e ao aborto, contribuindo para a estabilidade da família.
- formar no âmbito do planeamento familiar, capacitando os novos casais no sentido de uma paternidade consciente e responsável.
7.Tenda de S. Paulo;
8. Grupo de Acólitos;
Missão do acólito
O acólito tem como principal missão servir o Altar, contribuindo para a dignificação das celebrações litúrgicas. Acólito tem origem numa palavra grega que significa “acompanhar o caminho”. Sendo um ministro da liturgia, esta ação concretiza-se não só no culto eucarístico, mas também no auxílio ao sacerdote e ao diácono na celebração dos diversos sacramentos, das procissões e orações. Porém, o acólito deve esforçar-se por ser discreto, procurando servir com uma atitude espiritual que aponte para a oferenda de si mesmo.
Ser Acólito.
1. O QUE É UM ACÓLITO
Um Acólito é alguém que ajuda à Eucaristia e a outros ministério do Altar. Em primeiro lugar ajuda à Eucaristia, esse é o momento mais importante para um acólito.
Para todo o cristão a Eucaristia é a fonte de vida, pois para o acólito com maior razão. O acólito tem de amar a celebração da Eucaristia, pois nela está presente Jesus de um modo muito especial:
- Presente no sacerdote que preside
- Presente na palavra proclamada
- Presente na reunião dos cristãos
- Presente sobretudo no pão e no vinho consagrados
O acólito realiza também outros ministérios, isto é, ele é um “ministro”, palavra que significa servidor. O acólito é alguém que tem um autêntico espírito de serviço e fica contente quando com as suas ações presta uma ajuda eficaz à sua paróquia e aos seus irmãos cristãos. Ser acólito é um ministério precioso é um alegre servidor de Deus e dos irmãos.
- QUEM PODE SER ACÓLITO
Pode sê-lo toda a pessoa que tenha aptidões, tenha sido batizada e tenha recebido os outros sacramentos correspondentes´`a sua idade. Se já fez a primeira comunhão, poderá viver mais intensamente a sua missão, já que não só poderá servir ao altar, mas também poderá participar e alimentar-se de Cristo, como os outros cristãos.
- Animação litúrgica (Coros);
- Grupo de leitores;
Qual a nossa Missão?
A nossa missão é muito mais do que emprestar a nossa voz a Deus. Antes da Palavra ser proclamada tem que ser vivida. A nossa missão é tornar viva a Palavra de Deus. É servir a Palavra para que seja proclamada, entendida e vivida. O nosso serviço é prestado a Deus para que Ele seja anunciado não só na Eucaristia mas em qualquer momentos litúrgicos.
Algumas sugestões para exercer bem o ministério da leitor nas Eucarístias:
- Preparar a leitura
- Conhecer e compreender o texto
Compreender o sentido do texto, captar a sua estrutura, as suas articulações, os seus pontos mais altos, a sua vivacidade.
– Quem fala no texto? A quem fala? Sobre quê? Com que finalidade?
– De que género de texto se trata? Um relato? Uma exortação? Um diálogo? Uma oração? Uma censura?
– O que sentem as personagens que aparecem no texto?
– Há palavras difíceis de compreender? Que significam?
– O texto é divisível em partes? Onde começa e acaba cada parte?
- Preparar uma leitura expressiva
Ver que entoação se deve dar a cada frase, quais são as frases que se devem ressaltar, onde estão os pontos e as vírgulas, qual a pontuação do texto.
– Quais as palavras mais importantes e as expressões ou frases principais que importa sublinhar?
– Onde fazer pausa, breve ou prolongada?
– Onde evitar a pausa?
– Qual o tom de voz (ou tons de voz) adequado ao texto?
– Qual o ritmo (as acentuações, os encadeamentos) e o movimento (acelerado, rápido, espaçado, lento) que se deve usar, no texto ou nas partes?
- Ler o texto em voz alta
– Ler o texto antes, em voz alta e várias vezes, com exercícios parcelares e com o texto completo.
– Identificar as armadilhas fonéticas, em que palavras se poderá tropeçar, etc.
– Articular e pronunciar bem cada palavra e cada sílaba; não negligenciar as consoantes.
– Não deixar cair demasiado o tom de voz, mesmo nos pontos finais; o verdadeiro ponto final está no fim do texto.
- Tarefa do leitor: exprimir os sentimentos do autor e das personagens
– A celebração litúrgica actualiza a palavra. O texto escrito torna-se palavra viva hoje, naquele lugar e para aquela assembleia. “Deus fala hoje ao seu povo”. É importante conhecer o texto e também conhecer o contexto da celebração.
– Não se trata de dramatizar, ou melhor dito, de criar uma ilusão, mas de reproduzir ou tornar vivos um texto e um acontecimento. Não se trata de atrair a atenção para a pessoa do leitor, mas para a palavra e acção divinas.
– O leitor tem a responsabilidade de, usando os seus dotes oratórios, a sua técnica refinada e a sua arte de dizer, promover o encontro vital e a comunhão entre Deus que fala e os ouvintes.
- Examinar alguns pormenores antes da celebração
– O Leccionário está no ambão (não uma revista ou jornal, ou folhetos)? Está aberto na página própria?
– O microfone está ligado? O volume, o tom e a altura estão correctos? Evite-se o seu ajuste durante a celebração, mediante o sopro ou os dois toques de dedos da praxe, ou outros ruídos perturbadores.
– A que distância deve estar a boca para que a voz seja audível e expressiva?
- Saber deslocar-se para o ambão
– Situar-se, desde o começo da celebração, num lugar não muito afastado do ambão. Saber se há lugares previstos para os leitores. Tentar não vir de um lugar distante da igreja.
– Não avançar para o ambão antes de estar concluído o que precede cada leitura (oração, canto, admonição). Não aproximar-se do ambão quando se está a dizer ou a cantar outra coisa.
– Caminhar com um passo normal, sem ostentação nem precipitação, sem rigidez nem displicência, mas com uma digna e ritmada naturalidade.
- Postura
– Quando estiver diante do ambão, deve ter em conta a posição do corpo. Não se trata de adoptar posturas rígidas, nem demasiado descontraídas.
– Pés bem assentes, levemente afastados e firmes. Não balancear-se, nem cruzar os pés, nem estar apoiado apenas num pé, com pés cruzados ou um à frente e outro atrás.
– Não debruçado sobre o ambão, nem com os braços cruzados ou as mãos nos bolsos. Os braços poderão manter-se pendentes ao longo do corpo, ou dobrados para permitir um leve e discreto apoio das mãos na orla central do ambão (evitando tocar o Leccionário a fim de não o danificar com a adiposidade corporal).
– Colocar-se à distância adequada do microfone para que se oiça bem. Por causa da distância, frequentemente, ouve-se mal. Não começar, portanto, enquanto o microfone não estiver ajustado à sua medida (que deverá ser feito antes: a medida adequada costuma ser a um palmo da boca e na direcção da mesma). E lembrar-se que os estampidos que acontecem ou os ruídos que se fazem diante do microfone são ampliados …
- Apresentação
– Não trajar algo que possa distrair ou ofender os presentes, seja por ostentação, seja por desleixo, pouco conveniente ou ridículo (camisetas de anúncios, vestuário desalinhado ou sujo, penteados estranhos…).
– Ter critério e apresentar-se como pessoa educada e normal.
- Antes de começar
– Esperar que toda a assembleia esteja sentada e tranquila e se tenha criado um ambiente de silêncio e escuta.
– Respirar calma e profundamente.
– Guardar uma breve pausa para olhar a assembleia, a fim de a registar na mente, para estabelecer com ela contacto directo antes de iniciar a proclamação e pedir a sua atenção, pois é para ela que se dirige.
- Título
– Ler só o título bíblico. Nunca se leia “Primeira Leitura” ou “Salmo responsorial”, ou a frase a vermelho que precede a leitura.
– Não deve ser o leitor a ler também a introdução à leitura ou o comentário que a antecede.
– Após a leitura do título, faça-se uma pausa para destacar o texto que vai ser proclamado.
- Ler com a cabeça levantada
– A cabeça deve estar direita, no prolongamento do corpo.
– Procurar ler com a cabeça levantada.
– Com a cabeça levantada, a assembleia contacta um rosto e o leitor exprime um texto dirigido à assembleia e não devolvido ao livro.
– O olhar deverá manter o contacto com a assembleia sem ser necessário os constantes e perturbantes exercícios de levantar e baixar a cabeça.
– Ao longo da leitura, com naturalidade, olhar também de vez em quando para a assembleia. Estas olhadelas, no meio da leitura, não se têm que impor como um propósito, o que seria artificial. Mas se sair naturalmente, poderá ser útil, especialmente nas frases mais relevantes: ajuda a acentuá-las, a criar um clima comunitário, e a ler mais devagar.
– Com a cabeça levantada, a própria voz ganha em clareza e volume. O tom de voz será mais alto e, portanto, mais fácil de captar.
– Se o ambão é baixo, será sempre melhor suster o livro nas mãos, levantando-o, que baixar a cabeça.
- Ler devagar
– O ouvinte não é um gravador, mas uma mente humana que requer tempo para sentir, reagir, ouvir, entender, coordenar e assimilar. Geralmente, lê-se depressa e não se fazem as pausas adequadas, como pede o texto lido. A pontuação oral nem sempre coincide com a pontuação escrita. A leitura rápida pode cortar o contacto com a assembleia.
– Saber que há sempre tendência para ler demasiado depressa. Colocar-se no lugar dos ouvintes que descobrem o texto.
– Saber fazer pausas. Um silêncio longo para o leitor, é curto para o ouvinte.
– O principal defeito dos leitores, costuma ser ler depressa. Se lermos depressa, as pessoas, com algum esforço, poderão conseguir entender-nos, mas aquilo que lemos não entrará no seu interior. Recordemos: este continua a ser o principal defeito.
– Além de ler devagar, há que manter um tom geral de calma. Há que afastar o estilo do leitor que sobe à pressa, começa a leitura sem olhar as pessoas e, ao acabar, foge ainda mais depressa. Não deve ser assim: deve-se chegar ao ambão, respirar antes de começar a ler, lendo pausadamente, fazendo uma pausa no final, antes de dizer “Palavra do Senhor”, escutar no ambão a resposta da assembleia e voltar ao lugar. Aprender a ler sem pressa, com aprumo e segurança custa; por isso, é importante fazer os ensaios e provas que forem necessários: é a única maneira!
- Durante a leitura
– Evitar apagar-se a cada frase ou, mais ainda, no fim do texto: a leitura exige uma continuidade. Não baixar o tom nos finais de frase. As últimas sílabas de cada frase têm que se ouvir tão bem como todas as restantes. Infelizmente, a tendência é para nestas sílabas se baixar o tom tornando-as ininteligíveis.
– Boa pronúncia.
– Vocalizar. Ou seja, remarcar cada sílaba, mover os lábios e a boca, não atropelar a leitura. Sem afectação nem teatro, mas recordando que se está “actuando” em público, e que o público tem que captar tudo bem. E uma actuação em público é distinta de uma conversa na rua.
– Evitar o tom cantante, falsamente atractivo; o tom teatral faz de cortina a Deus.
- Concluir a leitura
– Antes de dizer “Palavra do Senhor”, fazer uma pausa após a última frase.
– Dizer a aclamação olhando para a assembleia.
– Dizer só “Palavra do Senhor” e nada mais (p.e.: “Irmãos, esta é a Palavra do Senhor” ou outras expressões semelhantes). Trata-se de uma aclamação e não de uma explicação. Dizê-lo em tom de aclamação, e não de explicação catequética, ou de informação. Importa que se sinta o carácter de aclamação pela forma como é dito.
– Seria mais expressivo que esta aclamação fosse cantada (pelo leitor, primeiramente, ou, em caso de necessidade, por outrem). Não sendo cantada, deveria ser dita em tom de voz mais elevado (entenda-se, não necessariamente num volume mais forte).
– Não abandonar o ambão antes da resposta da assembleia.
– Deixar o Leccionário aberto na página do Salmo responsorial ou da 2ª Leitura, para que fique pronto para o leitor que se segue.
– Regressar ao lugar com calma e naturalidade, em passo normal e firme.
- Salmo responsorial
– O salmo responsorial deve ser cantado, se possível por outro ministro: o salmista. Se tiver de ser recitado, seja outro ministro a fazê-lo, e não o leitor da primeira ou da segunda leitura.
– O refrão do salmo dever-se-ia cantar. Quando é recitado tem menos impacto.
– É pedagógico que a assembleia repita, depois de cada estrofe do salmo, uma frase cantada simples e expressiva, que resuma a atitude espiritual do salmo (e, por conseguinte, da primeira leitura) – o refrão.
– Não é necessário que o refrão coincida literalmente com o que está no Leccionário, mas que respeite o seu sentido.
- Ministros Extraordinários da Comunhão;
- Oração Comunitária de Taizé;
- Oração das mães;
- Mãe peregrina;
- CSPA;
ii.Breve história
O Centro Social Paroquial do Imaculado Coração de Maria (CPA) é uma IPSS da Paróquia de Alfragide, inscrita no Livro nº3 das Fundações de Solidariedade Social, com o nº 118/85, nas folhas 17vs. e 18. Teve o seu início no Bairro do Zambujal, na dependência Centro Infantil de S. José, que encerrou a sua actividade em Julho de 2007. O edifício sede, em Alfragide, foi inaugurado em Setembro de 1990, desenvolvendo as respostas sociais de Creche, Pré-Escolar e ATL, com acordos estabelecidos com o Instituto da Segurança Social, I.P., desde 1998. Actualmente desenvolve as respostas sociais de Creche/Berçário e de Pré-Escolar, prestando ainda serviço à comunidade com o desenvolvimento de actividades extra-curriculares, como Artes Marciais, Ballet e Viola.
iii.Missão
O CPA é uma IPSS da Igreja Católica. Como tal, na execução dos seus projectos terão de estar sempre presentes os princípios que regem os seus Estatutos, nomeadamente através da criação de estruturas de comunicação cristã, de solidariedade e de respeito pelo outro, fortalecendo as noções de sentido de partilha e de comunidade.
iv.Visão
É objectivo primário do CPA, que cada criança adquira competências que lhe permitam um desenvolvimento cognitivo, social, cultural e moral equilibrado, respeitando as suas características pessoais e incentivando o seu relacionamento com os outros e o meio circundante, considerando sempre os princípios da fé católica.
v.Valores
Tendo como fundamento principal da sua existência os valores que emanam da Igreja Católica, a família é a estrutura base do desenvolvimento do projecto do CPA. Neste sentido, a protecção do valor da família, da confiança, da verdade, do respeito, da solidariedade, da igualdade, são os valores de sustentação do projecto tendo sempre no horizonte a dignidade de cada pessoa.
vi.CONTACTOS
Centro Social Paroquial do Imaculado Coração de Maria
Largo Padre Adriano Pedrali
Alfragide
2610-129 AMADORA
vii.NIF
502 209 879
viii. Telefones
214 713 222 / 912 161 907
ix.E-Mail
csp.alfragide @ gmail.com
https://centroparoquialalfragide.pt/
- Comissão de Festas dos Santos Populares;
- Grupo Sócio Caritativo;
- Foco de conversão ecológica;
- Contactos
Igreja da Divina Misericórdia
Av. da Força Aérea Portuguesa, Lote 13/ Rua da Imprensa, 25
Apartado 7660 EC ALFRAGIDE
2610-078 AMADORA
Tlf.: 214713222 / 214721014
Tlm.: 926582283
E-mail: igrejadivinamisericordia@gmail.com
Encontro de Preparação para o Matrimónio (EPM): epmalfragide@gmail.com.