A Paróquia de Alfragide organizou uma Peregrinação Jubilar a Roma e a Assis, do dia 24 ao dia 31 de julho de 2025, que incluiu um grupo bastante heterogéneo de pessoas, sob orientação espiritual do Pároco, o Padre Paulo Coelho.
A Peregrinação inscreveu-se no âmbito do Jubileu da Esperança, num período reservado aos Jovens, razão pela qual o grupo integrava jovens dos 16 aos 30 anos, para além de outras pessoas mais velhas, entre as quais se destaca uma senhora de 90 anos.
A Peregrinação, embora tenha tido como destino principal a cidade de Roma, incluiu também uma visita à cidade de Assis.
Em Roma, os dias sucederam-se repletos de história, cultura e arte. Cada esquina, um monumento, uma memória, um vestígio de Cristo, das primeiras comunidades cristãs, da história da Igreja.
Em Assis, a vida e a história, um edificado que nos reporta para um espaço e um tempo de santidade – de São Francisco e Santa Clara. E por fim, o encontro com Carlos Acutis (cujo corpo incorrupto se encontra exposto), o santo de calças de ganga e ténis, cuja devoção e fé ressoa ao coração dos jovens como a possibilidade concreta de aspirar a uma vida de piedade e dedicação a Jesus.
Mas, foi como peregrinos da Esperança, que o grupo, de forma descontraída e com grande alegria, pôde experimentar os vários sinais do Jubileu: a peregrinação, a passagem da porta Santa, a reconciliação, a oração, a celebração da eucaristia e a indulgência.
Foram dias intensos de grande riqueza espiritual e de uma oportunidade ímpar de abertura à graça de Deus. A passagem nas várias Portas Santas, sendo as mais emblemáticas as das Basílicas de São João Latrão, São Pedro, Santa Maria Maior e São Paulo abrem, cada um, à possibilidade de encetar ou rever o seu sentido de vida, o seu caminho de fé, e configuraram a vivência mais emocionante.
Todavia, registe-se, também, que o grupo participou num serão de Adoração Eucarística e numa Eucaristia, na Basílica de São Pedro, para além da Missa de Abertura do Jubileu e da Audiência do Papa com os Jovens na Praça de São Pedro.
Na oração, no cântico, nas risadas e no cansaço de cada um deste grupo da nossa paróquia e de cada peregrino, em Roma, no seu país de origem, na sua casa ou paróquia ecoam as palavras:
“A tua graça nos transforme em cultivadores diligentes das sementes do Evangelho que fermentem a humanidade e o cosmos, na espera confiante dos novos céus e da nova terra, quando, vencidas as potências do Mal, se manifestar para sempre a tua glória.”
